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OUTRA VEZ. . .
Caminhei os caminhos de todos.
Tive
tropeços e recomeço.
Fui sonhador e penitente.
Somei saudade, somei idade.
Vejo
a vida mais sofrida, quando os horizontes da dúvida
me intrigam e me
obrigam de quando em vez a chorar.
Passado
e presente de um tempo que sempre relutou em parar. Não permissivo
nunca ouvinte. Como então,
perpetuar sonhos e bons sentimentos.
Não me fale, Esperança. Não me chame,
Ilusão. Deixe-me descansar. Compareço para
a ausência, ao novo encontro com os meus pais. Assim,
voltarei a ser criança outra vez.
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